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quinta-feira, 25 de outubro de 2007

A resposta que AJJ nunca recebeu!

Leonel de Freitas in DN (Madeira)


Resposta a Carlos Pereira
Data: 21-06-2007

Considerando que o Senhor deputado Carlos Pereira em artigo de opinião publicado na edição de ontem (20 de Junho) referiu-se à RTP-Madeira e ao signatário, solicito a publicação do seguinte esclarecimento.
O Senhor Carlos Pereira, ultimamente, vê na minha pessoa, na RTP e agora na RDP, as causas das suas derrotas políticas, num pesadelo constante de pseudo-favorecimento político regional. Porque a linguagem audiovisual deve ser resumida e clara, só lhe digo isto: a RTP e a RDP têm contribuído para uma grande abertura de participação cívica dos cidadãos e dos diferentes quadrantes políticos como provam, por exemplo, os programas plurais da minha autoria, Face a Face, Bancada Parlamentar, Questão Social, Assunto em Destaque com comentadores, Estado da Região, Caminhos do Futuro (o Sr. Pereira participou), Primeiro Plano (o Sr. Pereira participou), Especiais Informação, Dossier de Imprensa. Estes projectos com larga pluralidade sociopolítica testemunham a nossa linha informativa e desmentem totalmente as afirmações do Senhor Carlos Pereira. Isto claro, além da abertura e diversidade nos telejornais e outros noticiários. Já agora veja esta noite o Primeiro Plano com o candidato à liderança do PS -João Carlos Gouveia. O trabalho da RTP é visível e contrasta a visão deturpada, arrogante, maldosa, tendenciosa do Senhor Carlos Pereira que, agora à sombra do seu estatuto de deputado, diz ser frontal. O Senhor Pereira gostaria de ter continuado a ser comentador económico na RTP. Não foi e agora está ressabiado. O Senhor Pereira não queria que a Televisão cobrisse as inaugurações em tempo de campanha política. Os jornalistas apenas fizeram reportagem da notícia. Só notícia. A política partidária ficou para o espaço de cobertura de campanha com um minuto e meio a cada partido. Foram sete concorrentes. Faça as contas... Outra coisa é se o governo deve ou não fazer inaugurações em período eleitoral, mas esse é um assunto para os políticos definirem e legislarem. A RTP e a RDP com os seus limitados recursos operacionais e com metade dos jornalistas dos jornais regionais muito fazem com o máximo sentido de responsabilidade e isenção. A abertura sociopolítica continuará na RTP e na RDP. O debate político far-se-á sempre que houver contraditório e disponibilidade de intervenientes. Senhor Pereira, faça o seu trabalho político e não condicione os jornalistas. Ser partidário não custa. Escrever à sombra da imunidade é fácil. Difícil é ser Jornalista. A minha postura na Direcção da RTP é de total isenção, como podem provar os projectos emitidos e os próprios Jornalistas que nunca sofreram qualquer claustrofobia, nem condicionamento político-partidário da minha parte.