sexta-feira, 22 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Silly season!
_________________Ricardo Seromenho
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Os "verdadeiros" dez mandamentos!
1. As pessoas são ilógicas, nada razoáveis e egocêntricas. Amemo-las, mesmo assim.
2. Se fizermos o bem, podem acusar-nos de motivações egoístas. Façamos o bem, mesmo assim.
3. Se formos bem sucedidos, ganharemos falsos amigos e verdadeiros inimigos. Sejamos bem sucedidos, mesmo assim.
4. O bem que fizermos hoje será esquecido amanhã. Façamos o bem, mesmo assim.
5. A honestidade e a franqueza tornam-nos vulneráveis. Sejamos francos e honestos, mesmo assim.
6. Os grandes homens e as grandes mulheres, com as melhores ideias, podem ser derrubados pelos mais pequenos, com as perspectivas de vida mesquinhas. Sejamos ambiciosos, mesmo assim.
7. As pessoas protegem os oprimidos, mas apenas seguem os poderosos. Lutemos pelos oprimidos, mesmo assim.
8. Aquilo que levámos anos a construir pode ser destruído num ápice. Continuemos a construir, mesmo assim.
9. As pessoas precisem realmente de ajuda, mas poderão voltar-se contra nós se as ajudarmos. Ajudemo-las, mesmo assim.
10. Se dermos ao mundo o nosso melhor haverá pessoas que nos desejarão mal. Dêmos ao mundo o nosso melhor, mesmo assim.
domingo, 3 de agosto de 2008
Ficção!?
Sunday, August 03, 2008
Diálogo verosímíl!
- Está lá?!
__Sim, faça favor!...
__É o dr Papadas?
__O próprio. Faça o favor de dizer.
_Temos aqui na esquadra uma senhora que o acusa de violação!
__ Deve ser uma louca! Não lhe liguem...
__Mas ela ameaça processá-lo!
__Já lhes disse, é uma louca, só uma louca pode dizer isso de mim!
__Diz que tem sido alvo de violações, ultrajes ao pudor, intimidações, ataques à sua honra e bom nome...
__Não pode ser. Eu nunca fiz mal a ninguém. Estou inocente. Isso é um golpe baixo!
__Mas ela tem provas!
_Estou-me borrifando para as provas. Eu sou incapaz de fazer mal a uma mosca, quanto mais a uma rapariga! Ela ainda é menor?
__Ela tem 34 anos. Diz que se chama Democracia. Diz que é madeirense!
terça-feira, 29 de julho de 2008
Prostituição intelectual!
in https://www.blogger.com/comment.g?blogID=19591810&postID=9154455175046597593&isPopup=true
Nunca tantos se venderam por tão pouco.
«Venda a retalho das minudências da alma» ou «arrastar a sua dignidade pela árdua subida da escala social», como lhe chama Rosa Montero. E finaliza: «todos nos damos conta de quando nos vendemos».
Rosa Montero, no romance "A Louca da Casa", escreve que «ir contra a corrente geral é uma coisa bastante incómoda. É possível que a maior parte das misérias morais e intelectuais se cometam por isso, para não contradizer as ideias dos nossos patronos, vizinhos, amigos. Um pensamento independente é um lugar solitário e ventoso.»
Diz ainda que «estar de bem ou de mal com o poder nos pode facilitar ou dificultar a vida.» E acrescenta: «pode-se vender a alma ao poder por tantas coisas! E, o que é pior, por um preço tão baixo.»
Citamos outra passagem: «Não pensar. Entorpecer por dentro. É isso que procuravam os maoistas: asfixiar até essa pequena liberdade, o pulsar mínimo de um pensamento próprio sepultado no interior da cabeça.»
Quanto ao madeirense, enfim, nem pestaneja. Vende-se em troca de migalhas e insignificâncias. Pior, gosta de vender-se e até se gaba disso, como se estivesse a cumprir a ordem natural das coisas, como se de uma cadeia alimentar se tratasse.
Quem não se vende é tonto. Há que aproveitar as oportunidades para se vender, porque não abundam. São essas as oportunidades que se dá à malta que não tem acesso ao gamelão.
A hipocrisia faz parte do jogo. Daí o silêncio oportunista e o estar de bem com Deus e com o diabo serem a postura natural e a condição do madeirense. Conhecemos a expressão "barriguinha cheia, coração contente", como se só de pão vivesse o homem. Não ultrapassamos esse estádio do desenvolvimento humano.
A realidade é que, «para sobreviver numa ilha, além do mais bem pequena, é preciso dar muita volta à imaginação, ter alguns cuidados como regra e evitar as pedras da calçada que estão mais salientes. Talvez seja por isso que muitos andam tristes e cautelosos a olhar para o chão como nas procissões.» [Ferreira Neto, Tribuna da Madeira, 10.03.2006]
Tristes e a olhar para o chão, quebrados e entorpecidos por dentro, sem pensamento próprio, de coluna vertebral partida, condenados a carregar a canga, a andar curvados e a dançar o Baile Pesado vida fora. Uma triste forma de vida.
Julho 28, 2008 8:52 PM
sábado, 19 de julho de 2008
Sócrates "empresta" dinheiro a uma Angola* com petróleo e diamantes e não paga a dívida da Madeira ?
* A banca, em princípio, também só empresta a quem dá garantias de poder pagar. Pior seria se Portugal emprestasse a quem não desse quaisquer garantias como fez no passado!
O banqueiro Jardim Gonçalves (BCP) com a sua política de perdoar as dívidas aos protegidos conseguiu fazer com que a cotação do banco cai-se num ano (Julho de 2007 a Julho de 2008) dos 4,25 para um 1,20 euro!
Este banqueiro, tal como o AJJ, também terá os seus acérrimos defensores. Aqueles que beneficiaram com o seu tipo de "gestão"!
Caro leitor, a qual dos banqueiros confiaria o seu dinheiro, ao Alberto João ou ao Sócrates?
É importante não esquecer que as dívidas que os dois contraem terão que ser pagas por nós e suspeito que também pelos nossos filhos e netos!!!
sábado, 12 de julho de 2008
O que é BOM é para ser divulgado!
Portanto como é que chegamos a este ponto? Como é que passamos de Defensores da Liberdade, da Democracia e da Madeira para um bando de “más-línguas” que se entretêm a apontar tudo o que vai mal no “Paraíso”?
A resposta vem em três partes:
A primeira é extremamente simples. A verdade é que, de facto, a noção de alternativa política adoptada pela oposição é cada vez mais pautada pela Negativa do que pela Positiva, pela Falta de Ideias do que pela presença delas. Aposta-se cada vez mais em salientar a corrupção, as “negociatas”, a troca de “tachos”, os investimentos fracassados e os defeitos dos governantes. Raramente se ouve da boca da oposição que alguma coisa correu bem. Tudo corre mal, o que não é de todo verdade. Eu não estou a dizer que escândalos como os que acabei de referir devam ser esquecidos, ou branqueados por algumas excepções positivas. Isso seria cumplicidade criminosa. O que eu quero dizer é que para responder aos anseios do Povo por uma Alternativa, por um Novo tipo de Política, Competente, Unificante, pautada pela Positiva e pela Verdade não nos podemos dar ao luxo de ter esta dualidade de critérios. As coisas são como são e é preciso ter a grandeza de espírito para ascender acima das barreiras partidárias e reconhecer ao adversário o mérito onde ele é devido ou para apresentar soluções viáveis e não críticas gratuitas nas áreas onde este falha. É esta Autenticidade, Competência e Compromisso com o Progresso que, ao Sacrificar Barricadas Políticas para o Bem de todo um Povo é reconhecido pelo eleitorado como Digno do seu voto.
A segunda prende-se com a manifesta ineficácia, até à data, por parte do Partido Socialista em divulgar as suas inúmeras soluções para resolver os problemas da Madeira. Afinal estas existem e são muitas, pelo menos o dobro das apresentadas pelo Governo, mas o povo simplesmente desconhece a sua existência. Como tal em termos políticos são inertes, predominando aos olhos do eleitorado a imagem “do contra” do partido.
A terceira e última tem a ver com o facto de, nesta como em qualquer outra matéria, a máquina de propaganda Laranja já se ter apercebido da vulnerabilidade da oposição neste ponto. Eles não só reforçam activamente a noção dos políticos da oposição como do “bota abaixo”, boicotando e censurando todas as suas iniciativas políticas positivas, espicaçam-nos até ao ponto de, quase como se tratasse de uma resposta reflexa, estes serem obrigados a adoptar uma atitude sarcástica e rancorosa que, ao transbordar para a sua forma de fazer política a torna tendencialmente negativa.
Mas porque é que tudo isto é importante? Simples, um politico rotulado como negativista é um político que não tem credibilidade, que ninguém está disposto a ouvir. É um indivíduo que toda a gente pressupõe que da sua boca só saem mentiras que é movido a ódio e a inveja. Isto não só enfraquece a sua Mensagem Político como acrescenta credibilidade à do ao opositor que se vê numa posição em que pode mentir à vontade. Pior as suas mentiras começam a passar por verdades absolutas. Este é o perigo da Política Negativa.
O que nós precisamos é de um tipo de Política que não se foque em Arrasar o Adversário mas em Desenvolver a nossa Região.
12 de Julho de 2008 20:28
terça-feira, 8 de julho de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
Acção psicológica 2009
Espero sinceramente que já se tenham apercebido que esta "jogada do plebiscito" de Jardim não é nada mais nem menos do que a preparação do tema que ocupará a posição central do palco das próximas Eleições Autárqicas.
Será o mote de campanha típico de Jardim: o "Nós contra Eles" no qual o "nós" englobará seguramente os Autonomistas, os que amam a Madeira e os Madeirenses (i.e. PSD-M) e os "eles", os Colonialistas, os Lacaios de Lisboa que só querem Mal à Madeira e ao Povo Madeirense (i.e. toda a oposição mas em particular o PS-M). Uma dicotomia mesmo à moda de Jardim e que assenta que nem uma luva num (segmento do) eleitorado madeirense que não nem cabeça nem paciência para temas de campanha mais complexos.
Na minha opinião é urgente combater esta estratégia (um autêntico caixão político feito à medida do PS-M) o mais cedo possível! É claro que afirmações como "o referendo é ilegal" ou "inconstitucional" complicam a tarefa e ajudam imenso o PSD-M. Continuo a achar que ir contra 85,9% dos eleitores num tema como aprofundamento da Autonomia só para colocar-se numa posição de confronto com PSD-M não equivale apenas a suicídio político, abre as portas a críticas de hipocrisia contra um PS-M que se queixa frequentemente da política de "terra-queimada" do Governo.
Importa pois ao PS-M abrir o partido ao público e mostrar que nas suas fileiras e nos seus apoiantes não há escassez de Autonomistas, de Pessoas Comuns que Amam e Defendem altruísticamente a sua Terra. Que no PS há muito que se defendem causas que são queridas aos Madeirenses, mesmo quando "não estava na moda" fazê-lo.
É preciso fazer com que as pessoas entendam que o PS-M não se opõe a qualquer tipo de aprofundamento Autonomia, opõe-se sim a um aprofundamento Estúpido. Um aprofundamento Autonómico que não contemple uma Autonomia Económica, Energética, Alimentar e Social é um aprofundamento Estúpido. Mutila a Autonomia, converte-a numa palavra oca, num slogan de campanha. Este é o verdadeiro legado dos que se intitulam de "Autonomistas": uma mão cheia de nada.
Por fim nunca é de mais enfatizar que o combate eleitoral na Região não se resume a uma luta de Autonomistas vs. Colonialistas, Lisboa vs. Madeira, nem sequer é uma luta entre socialistas e social-democratas... É, isso sim e para desespero de Jardim e do PSD-M, uma luta do Passado contra o Futuro.
Deixo uma última reflexão aos leitores deste blogue: Uma vez que muitas das técnicas de campanha utilizadas pelo Dr. Jardim e pelo PSD-M são retiradas de um livro de guerra psicológica, concebido para ser usado sobre populações hostis e sobre o inimigo, o que é isso torna o Povo Madeirense aos olhos de Jardim?
Julho 04, 2008 9:06 PM
quarta-feira, 2 de julho de 2008
AJJ visto pelos seus pares!
E obvio que a Madeira mudou radicalmente nestes ultimos 30 anos.
E obvio, que quando chegamos a esta ilha, vemos vias rapidas por
todo o lado, vemos tuneis e mais tuneis, vemos um aeroporto novo
e moderno, vemos marinas por toda a ilha, piscinas publicas.
Quando um dia almocava com ele,perguntei-lhe se nao havia verbas
para o social. Ele respondeu-me, estou a fazer as infrastruturas, para
que os vindouros,venham a ter qualidade de vida. Eu vou ficar na
historia desta ilha, pelas obras que fiz, nao pela sopa dos pobres,
como fez o Sidonio Pais.
Mas e tambem obvio, os 54% que vivem no limiar da pobreza, con-
forme estudo do Bruto da Costa. Tambem e obvio, que a pobreza
nao se ve,s ente-se. Tambem e obvio, que quando chegamos a
Punta da Cana, Bali, Jamaica, vemos lindos hoteis, turistas nas
esplanadas, e nao vemos aquilo que nao convem ser visto.
Ontem foi o dia da regiao. Houve festa,mas a oposicao foi proibida
de falar. O parlamento e regido por um homem, todo o resto sao
marionetes.
Sou amigo de infancia dele, mas custa-me calar, o despotismo, a
culpa do que corre mal, ser de Lisboa, o enrequecimento de alguns,
mormente ligados as obras e ao cimento, em detrimento de uma
populacao.
Agora a televisao diz, que vai haver referendo regional. Quer a
independencia? E o futuro constitucional da Madeira. E mais uma
patacoada, e mais uma forma de criar confusao, e a forma de se evidenciar de forma erratica.
Sera que se esta a preparar para sair? ou arranjar pressao, confusao, para sair em beleza. Talvez com a ajuda do Chavez, onde proferiu esta declaracao, de independencia capotada.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Qualidade de vida
Ha crise? A sata voa todos os dias para Canarias, outros avioes de canarias, tambem teem voos diarios. So consigo voo para o dia 14 de julho, esta tudo tomado. Oico as noticias da manha, um grande grupo hoteleiro da regiao, paga 165 euros por mes aos ucranianos e aos brasileiros, fala-se que e um escandalo. Leio o jornal da terra, grande bronca,o vice presidente da assembleia, dr. Miguel de Sousa, e acusado de desordeiro por um comandante da Tap. Ligou o telemovel dentro do aviao, nao respeitou a hospedeira, esta fez queixa ao comandante, este chama a policia... Alberto joao,diz que o Socrates e igual ao Roberto Mugabe, o lider do ps, diz que Alberto se esta a ver ao espelho! E ha amigos meus que questionam eu ter trocado Cascais, pelo Funchal. Aqui ha festas, aqui a agua do mar esta quente, e aqui tenho o Alberto todos os dias, na televisao, nos jornais, nas ruas, no campo com o seu chapeu de palha. Palha? nao sao so os burros que gostam de palha. E la vou eu, para o mar, me abanando com uma asa, tanto calor faz.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Justiça com docentes?
Maria da Fé in DN (Madeira)
Justiça com docentes
Data: 10-05-2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
Dupla personalidade?!

Este comportamento revela que o sr. Roberto Rodrigues tem um problema qualquer! Não é que o Sr. Roberto Rodrigues não publicou o comentário que coloquei por volta das 17:00 a esclarecer as suas dúvidas e a provar que não haveria razões para tanta indignação e criou um outro ocultando elementos importantes e publicando-o sob outro pseudónimo que não o meu!?
Se o ano passado acreditei que haveria uma terceira pessoa a lançar a confusão entre nós os dois agora deixei de acreditar!
Actualização - 08/06/18 - 16:40 h.
Para evitar o contraditório o sr. Roberto Rodrigues apagou o post que deu origem a esta denúncia de mau carácter. Quando se procura falsificar a realidade não há como eliminar os elementos que permitam a terceiros tirar as suas conclusões!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
O pânico do NÃO Irlandês!

Troquem as vossas poupanças por notas cujo número de série comece por X. Estas notas foram feitas na Alemanha e na hipótese remota de cada banco central nacional recolher as suas notas e as trocar por notas nacionais aquelas serão as mais valorizadas!
Acredito que o NÃO Irlandês não foi uma resposta ao Tratado de Lisboa porque no geral ninguém o conhece mas uma resposta à situação económica do país. Se é verdade que a Irlanda foi um dos países que mais se desenvolveu nos últimos anos também é verdade que está a ser atingida por uma grave crise no mercado da habitação (Rebentamento da bolha imobiliária).
A Madeira apesar do desenvolvimento que atingiu, só possível com os fundos da UE, responderia da mesma forma a um referendo. O AJJ não perderia a oportunidade de o usar como arma de arremesso contra o Governo da República! O eleitorado facilmente seria levado a pensar que o seu baixo poder de compra se deveria ao Euro, a questão dos combustíveis idem, etc! Se os fundos da UE não foram devidamente aproveitados isso deve-se aos nosso líderes políticos e empresariais!
Se há "povos" que devem muito à UE são os Irlandeses e os madeirenses!
sábado, 14 de junho de 2008
Uma história do dia (continuação) 3
Uma história do dia (continuação) 2

Colocada: 2008-06-13 23:19 Assunto: a inauguracao | |||||||
As 5 la estava eu e o povo,os politicos com o Alberto a frente so chegaram as 5.30. Alberto cumprimenta o povo, um a um, com o seu chapeu de palha a tapar a careca. Olha para mim, da-me um grande abraco, palmadas nas costas, e pergunta, o que fazes aqui? O presidente da camara antecipa, estas terras onde esta a estrada pertencem ao dr.dean. A televisao filmava, a musica soava, e Alberto levanta a voz e diz para o povo, o meu amigo James, e um grande latifundiario e um grande fascista. O povo sorri, eu nao! Comecamos a descer a estrada nova e ingreme, eu la atras, ele a frente. Manda o presidente da camara me chamar, quer que eu esteja ao seu lado, naquela dificil descida, filmada para o noticiario das 9 da tv local. Era povo e mais povo, deputados, presidentes de isto e mais aquilo. Pega no microfone, ia comecar o discurso, e ia-me lixar..... -continua
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sexta-feira, 13 de junho de 2008
Uma história do dia !

Colocada: 2008-06-13 12:34 Assunto: a inauguracao
[...] Estou de ferias, ferias permanentes. toca o telemovel, era o presidente da camara, da terra onde nasci, la nos confins do Norte da ilha ,onde ha decadas vim ao mundo. James,, hoje as 5 horas, e a inauguracao da estrada nas tuas terras, e tens que estar presente, esta la o Alberto Joao, a banda de musica, a televisao e o povo. Mas ainda nao pagaste a expropriacao!nao temos dinheiro,, o tribunal de contas! mas tiveste o dinheiro para fazeres a estrada. Ficamos a dever ao empreiteiro, para o ano, talvez haja verba. James, queria pedir-te um favor. Nao pecas o dinheiro ao Alberto, esta la a tv, ia ser uma barraca. Esta descansado, a esse nao dou nada, nem o voto, e tambem nao lhe peco nada. E um teso!
Colocada: 2008-06-13 14:28 Assunto: tenho agora que me despir...despedir
Chegou a hora, para me ir despir! vou arranjar roupa para chocar o Alberto, que vai chegar a inauguracao da estrada, como se fosse dele, nas minhas terras, sem ter pago um tostao. Vesti uns calcoes, camisa amarela, para ligar com o fato do Alberto, e as suas gravatas cinzentas. Telefonaram-me de novo, a inauguracao vai ser seguida de beberete! vai haver discurso, vai haver banda, vai haver tv. Tenho que chocar o homem! Espero a noite voltar a este topico, estou com mau feitio, e cheira-me que vai haver bagunca no Norte da Ilha!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Emigrantes de sucesso!
pita-cega disse... in http://pensamadeira.blogspot.com/ ( a propósito do Comendador Berardo)
20 de Junho de 2007 14:51
Eu fico sempre desconfiado quando ouço gente empreendedora que diz ter emigrado e feito fortuna à custa de muito trabalho. Este (o trabalho) é mesmo o factor que mais contribui para a minha desconfiança porque o facto de alguns iluminados conseguirem, através de muito trabalho, construir fortunas fabulosas e a maioria das pessoas, supostamente tão inteligentes como eles, o não conseguirem, deixa-me a liberdade de pensar que se foi à custa de muito trabalho foi, provavelmente, à custa do trabalho alheio. Outra coisa que também não deixa de me intrigar, é a enorme "queda" para o mecenato revelada por estes grandes génios do cifrão que, mal aterram no aeroporto, já trazem toda a documentação necessária à criação de uma fundação e um grande cheque assinado destinado a patrocinar as merdas que se fazem para a meia dúzia de "gatos-pingados" frequentadores assíduos do CCB (mais um elefante branco, este do tempo do Cavaco). Ora eu também tenho reparado que essa gente empreendedora e de horizontes alargados, que fez fortuna lá fora enquanto o país definhava, sempre manifestou uma certa predilecção por países como a África do Sul e Venezuela (e nas colónias, quando as havia), onde a mão de obra escrava e a falta de legislação laboral que defendesse os direitos dos trabalhadores, favorecia todo o tipo de atropelos e o enriquecimento fácil de pessoas sem escrúpulos. Se num país civilizado se ganhasse, com mercearias de bairro ou padarias de esquina, fortunas capazes de lançar OPAS milionárias, não era necessário ir para o estrangeiro. Portanto das duas, uma: ou estes mecenas de meia tigela regressam a Portugal por saberem que a coberto de fundações, obras mecenáticas e de subornos aos políticos conseguem negócios da China sem pagar "puto" de impostos, ou então encontram nos vapores etílicos do ministro Manuelzinho e nas actuais leis laborais, um incentivo à exploração dos novos escravos portugueses. Até porque se fosse para ajudar a desenvolver o país, deviam ter vindo com vinte e cinco anos, porque este país é uma merda mas não é nenhum albergue para velhos.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Sondagem: Debates televisivos
Realmente não me lembro e não acho normal
23 (79%)
Lembro-me e acho normal que não tenham essa oportunidade
3 (10%)
Não me lembro e acho normal.
2 (6%)
Lembro-me e não acho normal
1 (3%)
Votos até o momento: 29
Enquete encerrada
sábado, 31 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
"Procurara-se" o comentador Il_messaggero
Se passar por aqui peço-lhe que mostre que está vivo!
quarta-feira, 28 de maio de 2008
A conflitualidade permanente como táctica
Pensadores da política regional
Data: 16-09-2007
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Há lodo no cais !
PORTO DO FUNCHAL Números inquietantes
Data: 20-09-2007
As questões do Porto do Funchal interessam a todos os madeirenses. Uma melhor gestão e, daí decorrente, um melhor funcionamento do Porto poderá ter um peso fundamental na Economia da RAM e levar ao embaratecimento dos bens de consumo a toda a população numa Região em que mais de 80% do consumo resulta de bens importados.
É falso afirmar-se que a exploração de um Porto ocasiona sempre défices. Basta citar exemplos de Portos do nosso país. A exploração dos Portos tem originado lucros em:
Lisboa - 5,9 milhões de euros (em 2005)
Sines - 1,3 milhões de euros (em 2005)
Aveiro - 1,4 milhões de euros (em 2005)
Leixões - 6,7 milhões de euros (em 2004)
A única excepção, para além do gravíssimo deficit do Porto do Funchal, é Ponta Delgada, Açores, com um défice de 871,7 milhares de euros, embora só ocorrido, excepcionalmente, no ano de 2004.
O Porto do Funchal é o campeão dos défices. Em milhões de euros:
Em 2001 - -17.401.492
Em 2003 - -14.147.202
Em 2004 - -15.352.140
Em 2005 - - 16.672.888
Não se conhecem os prejuízos relativos a 2002, mas estes números aterradores são reconhecidos pelo Fiscal Único e o relatório da Análise Económica e Financeira do Porto do Funchal assinada pelo seu presidente e os dois vogais. Com efeito, a APRAM - Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira S.A., segundo o conselho fiscal, "continua a gerar prejuízos significativos cuja tendência de alteração a curto prazo não é previsível, a não ser que surjam negócios lucrativos enquadrados na actividade definida no contrato de sociedade". E acrescenta-se na pag. 2 do relatório do fiscal único: "A manter-se esta situação, a prazo, pode-se colocar em causa o princípio da continuidade das operações porque os capitais próprios vão sendo progressivamente absorvidos pelos prejuízos (…)" Há necessidade de revisão da situação da empresa portuária de estiva no Porto do Funchal. A operação portuária, isto é, a actividade de movimentação de cargas a embarcar ou desembarcar na zona portuária é eventualmente entregue a uma empresa de operadores portuários através de:
A actual empresa a operar no Porto do Funchal foi autorizada pela APRAM a realizar operações de carga através de formas de licenciamento. Esta empresa tem sido vítima de críticas públicas, mas a verdade é que, parecendo beneficiar de condições muito favoráveis, se limita a aproveitá-las e não se vê que outras empresas eventualmente concorrentes se perfilem para disputar essas condições favoráveis. Todavia a emergente necessidade de contenção de despesas aconselha a que se reveja a situação e que se efective uma concessão de serviço público que venha a corrigir condições leoninas de favor e que fomente um concurso plenamente publicitado e com razoável margem temporal para que um número razoável de empresas possa concorrer.
Uma melhor gestão, tendo em vista boas decisões, devia considerar comparações relativamente à correlação do número de trabalhadores face ao trabalho dispensado. As seguintes comparações podem ser elucidativas:
Com esta carta tenta-se alertar as pessoas para uma situação preocupante e, de certo modo, assegurar, às instâncias governativas e às instituições, estes reparos deliberadamente isentos da crítica gratuita feita de slogans agressivos ou demagógicos.
Esta carta foi escrita com o apoio do Comandante João Tolentino Andrade, a quem agradecemos a assistência, bem como a consulta a toda a sua documentação, a qual avaliza, rigorosamente, os números apresentados.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Sete pecados mortais!
Miguel Fonseca in DN (Madeira)
Notas de Verão
Data: 22-08-2007
2. Segundo a douta opinião de Ricardo Vieira, o PS não tem moral para criticar a Câmara. Se o direito de fazer oposição fosse tão-só uma questão de moral, o mundo estaria cheio de ditaduras. Moralismos à parte, o que é que efectivamente Ricardo Vieira pensa da gestão autárquica do edil que dirige o município do Funchal há vários mandatos? Há também outros edis da oposição de quem se esperava que falassem mais alto.
3. Não sou um político profissional nem está no meu horizonte nenhuma liderança partidária, mas não posse estar mais de acordo com Raimundo Quintal. Com esta campanha contra os políticos, e nomeadamente os autarcas, esquece-se a máquina administrativa, onde está situado o verdadeiro poder. Já Eisenhower denunciou o poder efectivo que era detido pelo complexo industrial e militar americano, independentemente das administrações serem democratas ou republicanas, o que dá origem ao que se poderia chamar a "ditadura nuclear " impondo-se à democracia formal, responsável por muitas guerras em que os americanos se metem.
4. Para além da acutilância da jornalista, a quem saúdo, na entrevista ao Presidente da Câmara, era bom que os entrevistadores portugueses vissem mais as televisões estrangeiras para que percebessem que a interrupção sistemática dos entrevistados não contribui para o esclarecimento.
5. No dia em que o homem chegou à Lua, o telejornal da RTP abriu com mais uma das triunfais visitas do Venerando Chefe de Estado, Almirante Américo de Deus Rodrigues Thomaz. No dia em que a oposição camarária anuncia que vai pedir o "impeachment" do executivo municipal, a Televisão da Madeira abre o telejornal com uma outra notícia, certamente importante, e deixa a questão para as calendas do alinhamento. Mudam-se os tempos, mas [na Madeira] não se mudam as vontades. É muito provável que, se a oposição apresentar na Assembleia uma moção de censura, a nossa querida televisão abra com uma exposição canina ou felina. Parece-me bem. Eu gosto dos bichos, como o Miguel Torga.
6. 30 anos e Chãos da Lagoa depois, ainda nenhum líder da Oposição fez esta pergunta ingénua ao líder do PSD: "Olhe, que "caminho" é aquele a que se refere quando diz que seguiremos "outro caminho" se Lisboa não nos ouvir?" (É por essas e por outras que são 30 anos).
7. O pedido de audiência de João Carlos Gouveia ao Presidente do Governo é um erro colossal do ponto de vista da estratégia e do discurso do novel líder do PS. E, o que é pior, é que ele não estava à espera da recusa. É o que eu digo: João Carlos Gouveia não tem competência para executar a sua própria estratégia política. E o "Bando dos Quatro", o que diz a isto?.
terça-feira, 20 de maio de 2008
O Indiana Jones da Madeira!?
Data: 10-08-2007
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Cunha e Silva e as suas histórias!
Tal como na altura ele continua sem saber em que século nasceu Camões (c/ 1524, século 16)!
"A HISTÓRIA
dos meus tempos de escola
Já lá vai muito tempo.
Sentado nos bancos do velhinho "Jaime Moniz", fazia o ponto de português.
Uma das questões pretendia saber em que século nascera Camões.
E, face à dúvida que, na altura, aquela me suscitava, fiz a pergunta ao colega marrão que se sentava atrás de mim. Mal mexendo a cabeça e entre dentes. E a resposta, também entre dentes, veio depressa. Inesperada, no entanto.
Isto é, o "solidário" colega a quem bastava sussurar uma palavra, ou seja, "quinze", preferiu dizer-me assim:
-Não posso responder agora porque a professora está vendo.
Ora, toma lá!"
quarta-feira, 14 de maio de 2008
A lista dos suspeitos !
http://www.albertojoaoapresidentedopsd.pt.vu/
terça-feira, 13 de maio de 2008
Os líderes do BCP também não sabiam de nada!
Aurélio Mendonça in DN (Madeira)
Negociatas
Data: 07-09-2007
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Os bodes espiatórios
Os males da Madeira
Data: 01-09-2007
Já por mais de uma vez alertei nesta página que iria acontecer, e aí está. Todos os males da Madeira provêm do Governo da República. Qualquer festa ou inauguração serve para intoxicar a mente dos madeirenses. Agora foram as inaugurações no Porto Santo, onde o Sr. Presidente do Governo Regional mais uma vez aproveitou para dizer mal de Lisboa, e foi a festa do dia do concelho de S. Vicente, onde o Sr. Vice-Presidente do G.R., em sintonia com o Sr. Presidente da Câmara, fez coro contra Lisboa e nem tocaram o Hino Nacional, se calhar porque Lisboa não mandou dinheiro para comprar o CD. E depois é a República que fomenta o separatismo, não é? Enquanto houve dinheiro à "fartazana" para gastar em algumas obras de fachada, e nos sumptuosos banquetes para as inaugurações, a Madeira parecia "nadar em dinheiro", agora que estão "tesos" continuam a tentar enganar os madeirenses dizendo que a culpa é sempre do Governo da República. Pergunto-me: como conseguiu a Madeira desencantar esta geração de políticos tão perfeitos e tão santinhos (não admira que a mãe do "menino azul" venha ao Porto Santo em busca de um milagre) que nunca erram ou erraram em nada, sendo sempre dos outros a culpa de todos os males? Já agora expliquem aos madeirenses como é que aplicaram, tão bem, rios de dinheiro e nem sequer construíram um parque de campismo para caravanas, já que os turistas que vêm das Ilhas Canárias e trazem as suas caravanas no "Volcán de Tamadaba"têm que ir acampar para o cais de Santa Cruz, por baixo do aeroporto (apenas com espaço para 4 ou 5), porque não conseguem parqueá-las noutro lugar. Por favor, senhor Presidente do Governo e senhores Presidentes das Câmaras Municipais (todos com culpas na situação a que a Madeira chegou), até lhes ficava bem, de vez em quando, assumirem os vossos erros e pedirem desculpa porque os madeirenses hão-de um dia mostrar-lhes que não existem políticos tão perfeitos e que não são assim tão estúpidos que continuem a acreditar em tudo o que vós dizeis. Antes de tocarem sempre a mesma "cassete" porque não falam que os madeirenses têm o custo de vida mais caro do País? Que gastam milhões em subsídios para "futebóis" e "noivas caras" e não foram capazes de dar aos idosos, mais necessitados, um subsídio de 60€ tal como faz o Governo dos Açores. Porque não se preocupam, por exemplo, com o preço de uma embalagem de "pariet"de 56 comprimidos para tratamento de doentes com úlcera gástrica que custa a módica quantia de 62€ (1.11€ por cada comprimido), uma embalagem de "visacor"com 60 comprimidos que custa 55€ (0.92€) cada comprimido, para o tratamento dos doentes com colesterol ou ainda uma embalagem de "enalapril ciclum" com 56 comprimidos pelo preço de 40€ para doentes com tensão arterial? Lembro-vos que estas são maleitas que afectam 70/80% da população e que os mais pobres deixam as receitas por aviar por falta de dinheiro. Quando os madeirenses acordarem desta letargia, hão-de pedir-vos contas e compreenderão que os bons governantes preocupam-se com a qualidade de vida da população e não apenas em dizer mal dos outros e fomentar "guerras" inúteis com um único fim: a caça ao voto.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Incompatibilidades políticas
Bem dizia Frei Tomás… sobre as negociatas na Câmara
Data: 09-09-2007
O Dr. Ricardo Vieira é um político conhecido e distinto advogado. É também um habitual cronista e comentador de jornais, rádio e televisão que amiúde se pronuncia, e bem, sobre os mais vastos assuntos, sobre o ser e o dever ser. Dele esperávamos apenas coerência. Coerência com as suas palavras e escritos. Ser advogado e vereador na CMF ainda que "possa", por não ser ilegal, é conflitual. Se a lei não impede, a consciência devia impedir. Assim Ricardo Vieira não mais representa os que o elegeram mas os que lhe pagam… o seu cliente. Entre o interesse do cliente e os respectivos deveres deontológicos, e o interesse da causa pública dos eleitores e cidadãos, o vereador advogado não tem outro caminho que não seja a favor do cliente e contra o cidadão eleitor. A isso alguns chamam traição. Contra o cliente seria deslealdade. Mas suponhamos que cada vereador tenha um cliente, e que cada cliente de vereador na CMF tenha uma obra na cidade? Bom, haverá em primeiro lugar conflito de interesses. Depois tudo se poderá compor: vereador que tenha cliente com obras não se pronuncia - por alegado zelo, consciência e conflito de interesses - sobre a obra do seu próprio cliente. E logo também não se pronuncia sobre a obra do cliente do Colega Vereador de outro partido. Assim vai a CM da cidade do Funchal… Quanto ao munícipe anónimo se quiser fazer uma obra, seja com licença, seja sem licença, seja com meia licença ou com licença e meia, vai procurar um advogado vereador… talvez. Ou um vereador advogado. Pode ainda dirigir-se a um tal gabinete do munícipe. O partido apoia, passa a procuração e o município é processado. Na melhor das hipóteses é pressionado. Não é ilegal. Mas é imoral. E anticristão. E desleal para com os colegas de profissão que não são vereadores eleitos.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Inquérito: gestão dos dinheiros públicos
Eleitoralista
2 (4%)
Sensata
30 (62%)
Mafiosa
16 (33%)
Votos: 48
domingo, 27 de abril de 2008
As piruetas do sr. Jardim
"PSD: Jardim recusa enfrentar Manuela?
in http://ultraperiferias.blogspot.com
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Humilhado publicamente graças à vaidade "jornalística" do Ultraperiferias

-Manipulou as declarações de líderes do PSD, que não passariam de palavras de circunstância ditas de forma a não hostilizar AJJ e os votos que este representaria, por forma a parecerem declarações genuínas de apoio. Essa onda artificial atraiu aquilo que o próprio AJJ chamaria de “idiotas úteis” mas não foi suficiente para transformar a pseudo onda numa verdadeira onda nas condições exigidas pelo próprio. Habituado a navegar num universo em que tudo controla não teve coragem para enfrentar este desafio apesar de, supostamente, ter o apoio das maiores distritais do PSD (Lisboa, Porto, Algarve, Madeira, Açores, etc).
-“Traído” por Santana Lopes, ao qual prometeu apoiou no discurso partidário da Ribeira Brava – num acto oficial de Presidente do Governo Regional – não vejo como é que Jardim poderá “entregar o ouro ao bandido”! Ouro que na verdade não é só seu como se pôde ver nas últimas directas. Jardim apoiou Marques Mendes no entanto Miguel Albuquerque roeu-lhe a corda e com isso conseguiu um lugar na equipa de Menezes! Se AJJ não se candidatar só lhe restará apoiar a Manuela Ferreira Leite. Esta candidata será o alibí que usará para esconder a sua cobardia política. Aparentemente tem pudor (sic) em disputar as directas contra uma candidata que supostamente é apadrinhada por Cavaco Silva. Sr. Silva que é o mais recente amigo do AJJ!
-Perante o trio Cavaco Silva, Sócrates – se não virar ligeiramente à esquerda – e Manuela Ferreira Leite (líder da oposição) só restará ao eleitorado de esquerda votar no BE ou na CDU.
-A imagem pública na Madeira do AJJ não sairá minimamente beliscada por razões que a psicologia de massas e o medo explicam. O cidadão comum é incapaz de descortinar os fracassos tácticos e estratégicos do seu líder de sempre por falta de informação e por razões do foro psicológico e também porque os fazedores de opinião receiam perder as benesses ou o ganha-pão que legitimamente possuem!
-Apesar de tudo não percebo porque não se candidata. Sei que é filho único, que não está habituado a fracassar publicamente no entanto não vejo razões para temer colher o fruto que supostamente tantos lhe põem ao alcance da boca. Cobardia política, amor à Madeira, momento astrologicamente desfavorável?!
-Por amor à Madeira não será porque como Primeiro Ministro poderia pagar a dívida da Madeira (c/ três mil milhões de euros) que acumulou nos últimos anos.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
CMF: para memória futura
Ex-vereadores respondem a Albuquerque in DN (Madeira)
Data: 21-08-2007
Face à polémica gerada pelo diferendo entre o presidente da CMF e o vice-presidente do GR, a propósito de uma auditoria ao funcionamento da autarquia e porque os anteriores vereadores do PS, José António Cardoso, André Escórcio e Gualberto Soares, têm sido referidos nas declarações políticas, pelo Sr. Presidente da Câmara, vimos clarificar o seguinte:
terça-feira, 15 de abril de 2008
O manda-chuva !
segunda-feira, 14 de abril de 2008
AJJ: rei no seu nicho político !
É impressionante a forma como o dr. Jardim consegue manter refém da sua todo-poderosa vontade o presidente da República e a Assembleia Legislativa da Madeira. Impressionante e, devo dizê-lo, lamentável. Então o presidente da República vem à Madeira em visita oficial, o parlamento não o recebe em sessão solene porque alberga "um bando de loucos", de acordo com as mimosas palavras do chefe do governo madeirense, e o chefe de Estado aceita e nada diz? Estranho. Cavaco Silva engole a afronta de só poder encontrar-se com o tal "bando de loucos" à mesa da informalidade de um jantar. O presidente da Assembleia Legislativa aceita passar pela vergonha de ser apresentado ao chefe de Estado como o homem que dirige o manicómio. Os deputados vergam-se sem um um pio perante a sua pública desconsideração. E quem os elegeu rebola-se de gozo por mais uma demonstração do desconchavo verbal do seu divertido líder.
Estranho? Se calhar, nem por isso. Jardim tem, de facto, um poder imenso. Para além de praticamente inamovível (sem que possa cair-se em rupturas capazes de, no limite dos limites, fazer perigar a unidade do Estado) o presidente do Governo Regional goza de um privilégio que nenhum outro poder eleito detém neste país: governa sem ónus. Para ele a governação só tem benefícios: não há medidas impopulares para aplicar; não há impostos para lançar e cobrar (ainda que a lei o admita); não obstante, há dinheiro suficiente, e ainda bem, para fazer obras e resolver problemas a pessoas eternamente agradecidas.
No caso específico da Madeira, a configuração constitucional da Autonomia permitiu, na verdade, este pequeno monstro democrático: o presidente do Governo regional consegue ter a vida mais facilitada do que um autarca ou do que um mebro do estado central. Porque está suficientemente distante da enxurrada e do buraco da estrada para não ter de aturar a indignação popular; porque se encontra suficientemente próximo da grande obra pública para açambarcar louros e méritos que nem sempre são seus; e porque anda alegre e suficientemente à margem das grandes decisões de política económica para poder responsabilizar o estado central por tudo o que de mau nos possa acontecer.
Isto é, o actual figurino constitucional da Autonomia permitiu à Quinta Vigia ter-se transformado numa espécie de bunker dotado de dois preciosos amortecedores de impopularidade: as Câmaras municipais, por um lado, e o Governo central, por outro. Quer isto dizer que Jardim não tem mérito? Nada disso. O que isto quer dizer é que o poder de Jardim se exerce, no plano formal, numa espécie de terra de ninguém (onde não há culpas, responsabilidades, ou pecados originais) que ele soube perceber, ocupar e fazer sua. É por isso que não acredito que fale com grande convicção quando reivindica para a Madeira uma autonomia tendencialmente ilimitada. Não obstante, toda a gente parece recear a chantagem. Até, pelos vistos, o presidente da República. Pelo que ninguém neste país parece sentir-se com suficiente força política e legal para explicar ao dr. Jardim que a democracia tem regras e o seu poder tem limites. E assim vamos andando de desconchavo em desconchavo.
Bernardino da Purificação
domingo, 13 de abril de 2008
Convite ao sr. Silva !

Data: 23-08-2007
sábado, 12 de abril de 2008
Será que a União Europeia é tonta?
Suspeito que não deixará de haver quem não detecte a mínima anormalidade neste raciocínio!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
O caso Leonel Freitas
Data: 26-08-2007
A lei do Oeste!

Renato Azevedo in DN (Madeira)
Data: 29-08-2007
Câmara de Lobos, a minha cidade, era, até há bem pouco tempo, considerada a capital da noite madeirense. E não, não se pense que a utilização do pretérito imperfeito neste prelúdio surge por acaso ou por um qualquer 'lapsus lingue' de que um modesto escrevinhador como eu pode muito bem ser acometido. Mais, antevejo que a tendência será, num futuro próximo, referirmo-nos a Câmara de Lobos neste particular no pretérito mais que perfeito (Câmara de Lobos 'fora' …). Digo isto não por profetizar a desgraça - dirão alguns (os mesmos de sempre) que estarei a dramatizar - mas por constatar 'in loco', a cada dia que passa, o agravar desta triste realidade, com as consequências daí decorrentes para a economia local. Os mais pudicos e conservadores (e não, não me refiro ao Sr. Vigário ou às irmãzinhas do convento de São Bernardino) por esta hora erguem mãos ao Céu invocando o santo nome de Deus em vão em retribuição à graça alcançada. Ingenuamente questiono-me acerca das razões que estarão na origem desta súbita inversão de cenário. Será que os comerciantes de Câmara de Lobos andam a poupar no mel e na aguardente de cana da famosa poncha? Sinceramente, não vislumbro outra explicação - desculpem, engasguei-me - para a debandada geral a que se vem assistindo nos últimos tempos na minha cidade! Ainda mais curioso é o facto de esta situação coincidir com o início do Verão. Certamente que nada terá a ver com a circunstância de o parque de estacionamento do centro da cidade, antes gratuito, agora ser pago e bem pago! Também não acredito em qualquer relação causa/efeito entre a autêntica 'perseguição' montada pela P.S.P. aos visitantes do concelho, com a realização de operações stop umas atrás das outras (como se Câmara de Lobos fosse o único sítio da Região onde se consome álcool) e esta situação! A mesma P.S.P. que, antes, raramente fiscalizava os estacionamentos e que agora, vá-se lá saber porquê - desculpem, engasguei-me outra vez - 'varre' zelosamente as ruas da cidade pelo menos duas vezes por dia. Porque o tempo é de ouro, termino, não sem antes deixar uma sugestão: retirar dos cardápios promocionais internacionais as falaciosas insinuações de que "Câmara de Lobos é a 'casa' da Poncha, uma mistura de sumo de limão, mel e aguardente de cana-de-açúcar, sempre pronta a servir nas muitas tascas locais" e substituir por uma daquelas frases bem ao jeito dos cartazes do faroeste "Bem-vindo forasteiro. Temos os mais caros (e espaçosos) parques de estacionamento da Região. Porque vigora a Lei Seca nesta terra de paz e amor, Câmara de Lobos é agora o lugar mais feliz do Mundo".
Sondagem: Militância partidária e quotas
Sim
17 (70%)
Não
7 (29%)
Talvez
0 (0%)
Votos até o momento: 24 Enquete encerrada
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Opinar
Opinar!
Data: 17-08-2007
Numa sociedade democrática, opinar sobre qualquer questão pressupõe a existência do direito à liberdade de expressão, sem quaisquer perigos de o sujeito que opina ser vítima de retaliações, vingançazinhas ou mesquinhices. É bem verdade que quem opina fica sujeito ao respeito pelo que os outros também opinam sobre o opinado; mas o opinar sobre determinado assunto ou manifestar a nossa opinião sobre o que se pensa de determinado assunto que se lê nos meios de comunicação social, não nos confere o direito de fazer juízos de valor sobre o autor do tema a opinar: devemos cingir a nossa opinião ao tema e não à pessoa que o escreve. É frequente adjectivar sobre a personalidade de quem manifesta uma opinião com caracteres que às vezes se sobrepõem ao tema em questão: perde-se mais tempo a opinar sobre quem nem se conhece, e cuja opinião sobre determinado assunto não mostra nem dá a conhecer, na globalidade, a pessoa que é; pode ser um leigo na matéria ou até ter formação superior sobre o assunto. Mas o pior, é quando se opina, e se omite o nome da pessoa sobre quem se discorda: a quem se quer dar "resposta", manifestando a nossa opinião; o pior é quando se opina "a mando de outrem", porque não lhe convém opinar. Opinar sobre qualquer assunto, e fazê-lo publicamente, através dos mass-média, pressupõe o risco aceitável em democracia da existência de opiniões contrárias ou favoráveis, pressupõe também coragem em falar, em discordar, em concordar sobre temas importantes, para quem realmente se sente inserido numa comunidade. Pressupõe também o risco de ser marginalizado: aqui reside o cerne da questão, quanto mais madura é a democracia, menor é esse risco. Mas deixar de opinar, sim, esse é o maior erro, e geralmente é o que nalgumas democracias se tenta fazer, quando as maiorias absolutas se sobrepõem ao ideal democrático, pior quando se habituam a permanecer no poder.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
O farol da democracia
Jardim discrimina
Data: 21-08-2007
Dr. Alberto João, como é do seu conhecimento existem muitos casais gays e lésbicos que construíram toda uma vida conjugal em conjunto, com trabalho, esforço e suor, e que desse modo merecem algum respeito, sem que para isso vossa excelência, venha chamar às relações conjugais entre homossexuais, um 'deboche' e uma 'decadência'. Independentemente se concorde ou não com o casamento civil (não religioso) entre homossexuais, não lhe fica bem insultar pessoas que nada fizeram para ter a orientação sexual que têm, para insultar pessoas que vivem em harmonia e orgulho naquilo que são, pessoas que em nada prejudicam o próximo. A melhor moral dos dias de hoje é respeitarmos e convivermos com a nossa própria diversidade, só assim seremos seres civilizados como o demais mundo moderno. E ser civilizado é acima de tudo progresso. Dessa forma, Dr. Alberto João Jardim, aqui fica a lembrança, que no Artº 13º - Princípios da Igualdade da Constituição Portuguesa, vem lá explicito, a não discriminação de cidadãos, por motivos de orientação sexual. A vida também pode ser vivida em paz.




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3. Ser movido a ódio é recorrer constantemente ao insulto gratuito apelidando os opositores de "bastardos", "filhos da pu..", "panascas", "rascas", "drogados", etc... Ser movido a ódio é apelar à xenofobia contra os emigrantes ("é mesmo bom que eles (chineses e indianos) me oiçam porque eu não os quero aqui"). Ser movido a ódio é sistematicamente virar Portugueses contra Portugueses para seu proveito.
4. Ser movido a inveja é aproveitar-se das divergências internas de um partido para fraccioná-lo ainda mais só porque dentro do seu próprio partido não há liberdade de opinião. Ser movido a inveja é tratar os seus próprios militantes (ex: Prof. Virgílio) como se tratasse do "inimigo" apenas com o objectivo de ocupar a "cadeira vaga".
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8 de Julho de 2008 20:29