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segunda-feira, 19 de maio de 2008

Cunha e Silva e as suas histórias!

Reproduzo abaixo uma história publicada pelo "nosso" Vice-Presidente na Revista do DN (Madeira) deste fim de semana.

Tal como na altura ele continua sem saber em que século nasceu Camões (c/ 1524, século 16)!



"A HISTÓRIA
dos meus tempos de escola

Já lá vai muito tempo.
Sentado nos bancos do velhinho "Jaime Moniz", fazia o ponto de português.
Uma das questões pretendia saber em que século nascera Camões.
E, face à dúvida que, na altura, aquela me suscitava, fiz a pergunta ao colega marrão que se sentava atrás de mim. Mal mexendo a cabeça e entre dentes. E a resposta, também entre dentes, veio depressa. Inesperada, no entanto.
Isto é, o "solidário" colega a quem bastava sussurar uma palavra, ou seja, "quinze", preferiu dizer-me assim:
-Não posso responder agora porque a professora está vendo.
Ora, toma lá!"


terça-feira, 13 de maio de 2008

Os líderes do BCP também não sabiam de nada!


Aurélio Mendonça in DN (Madeira)
Negociatas
Data: 07-09-2007

Não foi ninguém da oposição, comuna ou cão raivoso que afirmou que havia negociatas na Câmara Municipal do Funchal. Quem fez tal afirmação foi o vice-presidente do governo regional. Esta denúncia de um membro do governo sobre a CMF, já lá vão quase três anos e todo o processo que se lhe seguiu era capaz de ganhar um concurso internacional de anedotas. Será o Sr. vice-presidente um caluniador, mentiroso que não sabe o que diz? Denúncias de corrupção num serviço público feitas por um membro do governo carecem imediata e aturada investigação do Ministério Público e Polícia Judiciária. Ser o governo regional a fazer uma inspecção administrativa à Câmara e os resultados que se vão conhecendo mais as anedotas do segredo de justiça e do contraditório demonstram inequivocamente que este governo e esta Câmara Municipal tomam os madeirenses por tolos. O que se ouve, lê e vê dá bem para perceber as razões do Sr. vice-presidente do governo quando afirma que metade do tempo na Câmara Municipal do Funchal é para negociatas. E se não são negociatas, o autarca-mor do Funchal que explique aos munícipes o porquê da construção de edifícios à margem da lei, por exemplo, pisos a mais, volumetria excessiva, inexistência de garagens, violações permanentes dos PDM, dualidades de critérios nos licenciamentos e mais a história que nunca contaram aos funchalenses, que foi a concessão de parques de estacionamento a uma empresa, tendo outra que foi excluída recorrido para os tribunais, tendo a CMF sido condenada a pagar uma avultada importância à empresa recorrente. Que bela negociata. Mas atenção. Apesar dos presidentes das Câmaras Municipais da região serem eleitos, quem lá manda não são eles mas sim o governador, que nesta situação da Câmara do Funchal, tem-se comportado como o perfeito Pilatos, que é o que lhe dá mais jeito e convém. Mas nem tudo é mau nesta cidade. Ficou-se a saber através do DN que temos mais um elefante, desta vez na Estrada Monumental. O autarca responsável pela CMF, acerca de mais este atentado à beleza e ordenamento da nossa cidade, veio dizer que estava tudo legal. Para ele está tudo sempre legal. Também afirmou publicamente que não é anjinho e não tem asas, mas ele qualquer dia vai dar uma volta e os mamarrachos, elefantes e outras aberrações ficarão por aí para serem contemplados por nós e pelas gerações vindouras.