quarta-feira, 2 de julho de 2008

AJJ visto pelos seus pares!

James Dean in http://www.thinkfn.com/forum/viewtopic.php?t=14800


E obvio que a Madeira mudou radicalmente nestes ultimos 30 anos.
E obvio, que quando chegamos a esta ilha, vemos vias rapidas por
todo o lado, vemos tuneis e mais tuneis, vemos um aeroporto novo
e moderno, vemos marinas por toda a ilha, piscinas publicas.

Quando um dia almocava com ele,perguntei-lhe se nao havia verbas
para o social. Ele respondeu-me, estou a fazer as infrastruturas, para
que os vindouros,venham a ter qualidade de vida. Eu vou ficar na
historia desta ilha, pelas obras que fiz, nao pela sopa dos pobres,
como fez o Sidonio Pais.

Mas e tambem obvio, os 54% que vivem no limiar da pobreza, con-
forme estudo do Bruto da Costa. Tambem e obvio, que a pobreza
nao se ve,s ente-se. Tambem e obvio, que quando chegamos a
Punta da Cana, Bali, Jamaica, vemos lindos hoteis, turistas nas
esplanadas, e nao vemos aquilo que nao convem ser visto.

Ontem foi o dia da regiao. Houve festa,mas a oposicao foi proibida
de falar. O parlamento e regido por um homem, todo o resto sao
marionetes.

Sou amigo de infancia dele, mas custa-me calar, o despotismo, a
culpa do que corre mal, ser de Lisboa, o enrequecimento de alguns,
mormente ligados as obras e ao cimento, em detrimento de uma
populacao.

Agora a televisao diz, que vai haver referendo regional. Quer a
independencia? E o futuro constitucional da Madeira. E mais uma
patacoada, e mais uma forma de criar confusao, e a forma de se evidenciar de forma erratica.

Sera que se esta a preparar para sair? ou arranjar pressao, confusao, para sair em beleza. Talvez com a ajuda do Chavez, onde proferiu esta declaracao, de independencia capotada.

8 comentários:

Mazzola disse...

Lapas fresquinhas, hoje a 5,5 €/kg!
mazzola@aiou.pt

Facadas disse...

Ó Sr. Mazzola, o que se passa com as suas lapas?! Cada dia estão mais caras! E o IVA a descer!

Anônimo disse...

pelas minhas contas deveriam estar agora a 5,45 €/kg

Alexandro Pestana - www.miradouro.pt disse...

O AJJ devia era ficar lá de vez na Venezuela e nao voltar mais que é ao pé do cabrão do hugo chavez que ele fica bem na foto! São 2 rapazes bons não haja dúvida! lol

Um usa o petróleo como arma de arremesso, o outro, usa os buracos da legislação e os tribunais para alcançar os seus fins...

Anônimo disse...

e o amigo Alexandro usa os dois ditadores como desculpa para não trabalhar... são 3 belos malandros! :P

Anônimo disse...

Presidente da República requereu ao Tribunal Constitucional fiscalização preventiva do diploma de revisão do Estatuto Político-Administrativo dos Açores

Anônimo disse...

este alexandro trabalha??
em quê?
coitado!

Anônimo disse...

«Saio hoje (de uma reunião da direcção do PND) mandatado para fazer, até ao final de Outubro, um conjunto de contactos e encontros com pessoas descontentes do CDS-PP e do PSD no sentido de as captar ou convidar a constituir uma força política de direita ampla», disse hoje o líder partidário à Agência Lusa.

De acordo com Manuel Monteiro, o objectivo deste mandato «não é ir fazer um périplo a convidar pessoas a integrar a Nova Democracia, mas convidar pessoas de direita descontentes e saber se estão disponíveis a criar um novo partido».

Escusando-se a adiantar nomes, o líder partidário disse apenas que tem em suas mãos uma lista de 35 pessoas de Norte a Sul do país.

O presidente do PND disse ainda que se esta iniciativa «tiver eco positivo», vai voltar a «propor a extinção da Nova Democracia» e convidar os seus membros a «integrarem a nova força».

«Se não tiver êxito, então o PND terá em Novembro de reflectir se tem condições para ir a votos no próximo ano eleitoral sozinho ou se desiste de ir a votos em 2009», afirmou.

Questionado pela Lusa, Manuel Monteiro disse que parte para a missão de estabelecer os contactos «com uma grande expectativa».

O líder partidário justificou a iniciativa de tentar criar um novo partido com a necessidade de haver uma «direita mais dinâmica e mais fresca», que tenha «um discurso diferente» e «soluções novas» em vez de «remédios antigos».

«O país precisa de uma política de direita alargada que possa ter a coragem de sair deste círculo vicioso do discurso das obras públicas e do assistencionalismo do Estado», sublinhou Manuel Monteiro, acrescentando que «é necessário assumir a falta de uma força política à direita liberta desse discurso».